Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados em uma operação militar dos Estados Unidos em solo venezuelano e foram vistos em Manhattan, Nova Iorque, após a prisão. Eles estavam algemados e acompanhados por agentes federais fortemente armados ao serem levados para um carro blindado com destino a um tribunal federal na cidade, em uma data que ainda não foi divulgada.
A operação, chamada “Resolução Absoluta”, resultou em ferimentos para sete membros das Forças Armadas dos Estados Unidos. Desses, dois ainda estão se recuperando, enquanto os outros cinco já voltaram à sua rotina normal. Um oficial do Pentágono afirmou que a execução da missão, mesmo sendo extremamente complexa, teve poucas lesões, o que destaca a competência das tropas envolvidas. Uma avaliação mais aprofundada sobre os danos e as consequências dessa operação ainda está sendo realizada pela comunidade de inteligência dos EUA.
Além disso, autoridades venezuelanas informaram que mais de 70 pessoas foram mortas durante a ação. Para apoiar a operação, tropas especiais de diferentes ramos das Forças Armadas dos EUA e mais de 150 aeronaves foram mobilizadas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que essa ação militar foi realizada em coordenação com as autoridades de segurança pública americanas, enfatizando a seriedade da operação. Em resposta à ação, o governo cubano comunicou a morte de 32 cidadãos cubanos, que segundo eles estavam realizando missões ligadas às Forças Armadas e ao ministério do Interior de Cuba.
A execução desse ataque militar seguiu-se a semanas de aumento de presença militar na região e a diversas ameaças feitas por Trump a Maduro. Após a captura, Maduro foi apresentado em um tribunal em Nova Iorque, onde se declarou “sequestrado” e se considerou um “prisioneiro de guerra”. Ele também se declarou inocente das acusações de tráfico de drogas que enfrenta.

