O jogador compartilhou sua experiência em uma transição de clube que envolveu algumas complicações. Ele explicou que antes de se transferir para o Vasco, jogava no Toluca, no México. Durante esse período, recebeu propostas para se transferir para outros times dentro do mesmo país, mas a diretoria do Toluca não aceitou sua saída, uma vez que ele tinha um salário alto e a renovação do contrato não era viável para o clube.
Foi então que surgiu a oportunidade de jogar no Vasco. No entanto, um detalhe importante surgiu nas negociações: uma pessoa que não era seu agente deveria ser a responsável por levá-lo ao novo time. Ele foi instruído a não se envolver nas conversas sobre sua transferência para evitar qualquer tipo de conflito em relação à comissão.
O jogador concordou com o arranjo e consultou seu agente, que também não se opôs, mas fez questão de revisar os contratos para assegurar que não havia nenhum tipo de problema. Após isso, ele foi ao Rio de Janeiro e apresentou suas expectativas salariais durante as negociações. Tudo parecia estar funcionando bem.
No entanto, cerca de dois meses depois de sua chegada ao Brasil, a pessoa que o havia levado ao Vasco entrou em contato novamente. Para sua surpresa, recebeu a informação de que deveria pagar uma comissão por sua transferência. Esta situação o deixou confuso e surpreso, e ele se questionou sobre a necessidade dessa comissão e como o processo funcionaria. Essa reviravolta nas negociações trouxe à tona a complexidade que pode estar envolvida em transferências de jogadores entre clubes.



