Um grupo de quatro amigos de Niterói decidiu sair cedo de casa para aproveitar o famoso cortejo do megabloco. Eles estavam animados e usavam acessórios coloridos, como leques em arco-íris, que serviam para se refrescar e também para expressar apoio à causa LGBT.
Kelly Sá, moradora do Barreto, na Zona Norte de Niterói, comentou que a participação no bloco era muito importante para ela e seus amigos. Ela destacou a alegria do evento e a importância de marcar a identidade de todos, especialmente ao curtir a presença do cantor Léo, que se apresentaria no local.
Ana Lima, professora de 51 anos, veio de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e saiu bem cedo, às 5h30, para não perder nenhum momento da apresentação. Ela falou sobre sua admiração pelo cantor, que vai além das músicas dele. Para Ana, a apresentação era especial porque seria a primeira vez que a professora teria a oportunidade de vê-lo ao vivo. A emoção dela era visível, e ela expressava sua alegria por estar ali.
A segurança do evento também estava em foco. Agentes da Polícia Militar estavam fazendo revistas na entrada do cortejo, na Rua Primeiro de Março, ao longo do cordão de isolamento. Até as 7h30, a PM informou que não houve nenhum incidente ou apreensão de materiais perigosos, como facas e outros objetos cortantes.
Para lidar com o calor intenso, uma equipe da Cedae estava em ação, espalhando vapor d’água pelos foliões ao longo do trajeto. Marcos Silva, um dos membros dessa equipe, afirmou que aproximadamente 20 pessoas estavam trabalhando para manter os participantes frescos. O reabastecimento dos equipamentos foi feito em um ponto próximo à Praça XV.



