Para enfrentar o desafio de identificar pessoas que utilizam disfarces, inteligência artificial (IA), bonecos ou outras tentativas de enganar sistemas de reconhecimento facial, foi desenvolvido um método avançado chamado Estimativa de Idade Facial. Essa abordagem utiliza várias camadas de verificação para garantir a autenticidade do rosto apresentado.
O primeiro passo do sistema é confirmar a presença de um rosto real. Em seguida, são analisados sinais de “prova de vida”, que indicam que a imagem não é estática e representa uma pessoa viva. Além disso, a tecnologia busca identificar características que indiquem a utilização de conteúdo sintético, como aqueles gerados por IA. Outro aspecto importante é detectar a possibilidade de uso de hardware comprometido ou virtual, que muitas vezes é empregado em tentativas de ataques.
O sistema também implementa medidas de proteção contra abusos em larga escala, assim como a detecção de tentativas de envio repetido de imagens. Embora não exista um método que garanta 100% de precisão, a combinação de diferentes sinais visuais e não visuais contribui significativamente para dificultar a eficácia de disfarces e rostos criados artificialmente.
A equipe responsável por esta tecnologia está constantemente atualizando as detecções para acompanhar o surgimento de novas técnicas de evasão, garantindo assim uma maior segurança e eficácia no sistema de verificação de identidade.



